Sinais do Tempo - Mario Mata
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
“Sinais do Tempo” de Mário Mata hoje editado nas plataformas digitais pela SONY MUSIC PORTUGAL
Boas notícias para os apreciadores de boa música
portuguesa, boa música em bom português. Depois de ter esgotado a sua edição
“física”, em CD, «Sinais do Tempo», do grandessíssimo Mário Mata
é hoje publicado pela Sony Music Portugal em todas as plataformas digitais!
Este álbum (que antecede o mais recente e mais
“roqueiro” «Regresso») é – como sempre – um depósito de pedras preciosas.
Aliás, nesse particular, Mário Mata assemelha-se a umas “Minas de Salomão”: em
qualquer registo, com qualquer produção, as suas composições são do melhor que
Portugal tem, e podem considerar-se sortudos os que não conhecem este material,
pois estão-lhes reservados momentos de puro prazer quando o descobrirem!
Pistas para a mina?
Dois duetos: (Fausto Bordalo Dias) «Essa é que é
essa», (José Barros) «Fixação», «Serei Sempre Teu», o diamante «Lisboa é
Lisboa», «Balada da Maria», e uma nova/velha versão de «Já Conheço Esse Olhar»,
para citar apenas uma pitada do génio por trás da obra.
Senhores
passageiros, façam os vossos downloads, por favor!
Veja o vídeo de "Já Conheço
Esse Olhar" aqui
domingo, 13 de maio de 2012
“SINAIS DO TEMPO”
“SINAIS DO TEMPO” DE MÁRIO MATA
por VIRIATO TELES
Se Mário Mata fosse um pássaro seria com certeza um melro ou um pardal ou mesmo uma gaivota. Nunca poderia ser um canário, pela simples razão que não seria capaz de sobreviver numa qualquer gaiola, por mais dourada e confortável que fosse.
O Mário é um homem livre, e dessa condição não prescinde, mesmo quando essa opção dói. E frequentemente dói.
É disto tudo que ele nos fala neste disco: de si e dos outros, da vida e das coisas simples, de Lisboa e do mundo, de portugueses burocráticos e neuróticos, mas também dos que ainda não desistiram. São catorze canções em formatos diversos que vão desde o tom bem-humorado que lhe conhecemos desde sempre até ao registo intimista que poderá surpreender apenas quem não tenha estado atento a tudo o que ele tem feito desde há trinta anos.
Nascido em Luanda no início dos anos 60, Mário Mata veio definitivamente para Portugal após a queda do império. Começou a cantar em bares do Algarve, ainda adolescente, e em 1981 saltou directamente do anonimato para a fama com «Não Há Nada Pra Ninguém». O êxito do disco de estreia veio a revelar-se algo perverso, uma vez que o músico acabou por ficar como que refém desse sucesso nos anos que se seguiram. E é assim que, depois de mais dois discos num registo semelhante («Não Mata Mas Mói», 1982, e «Deix’ós Poisar», 1986), faz um primeiro grande intervalo nas gravações, a que só regressa oito anos depois, em 1994, com o álbum «Somos Portugueses». Os resultados comerciais não terão sido os desejados, e segue-se um novo interregno, desta vez de dez anos. Em 2004 publica «Dupla Face», onde procura trilhar novos caminhos. O disco não teve a atenção que merecia, mas serviu para provar a quem tivesse dúvidas que Mário Mata estava vivo e disposto a continuar. Porque a verdade é que, ao misturar a música de raiz popular com as tonalidades do pop/rock, o Mário conseguiu criar um estilo próprio e deixar a sua marca na música portuguesa do último quartel do século XX.
Agora, mais sete anos passados sobre o último registo discográfico, eis que Mário Mata nos apresenta um novo lote de canções, e mais uma vez arrisca-se a surpreender irremediavelmente quem o ouve. Fazendo-se acompanhar por um naipe de músicos de primeira água e sempre fiel às características que melhor lhe conhecemos, o Mário não teme aventurar-se novamente pelo registo da ironia («Essa é Que é Essa», «Vamos Lá Suar é Fixe», «Ai Deus do Céu», «Já Fomos Enganados», «Amores Proibidos»), mas vai muito mais além. E é assim que nos envolve em textos que nos falam de coisas simultaneamente tão simples e tão complexas como o amor, as cidades, as pessoas comuns. A vida, afinal, tal como ela é.
Em «Sinais do Tempo», o tema que dá título ao álbum, escrito a meias com Joaquim Pessoa, faz como que um roteiro dos afectos, amarguras, ilusões e desilusões que marcam toda uma geração – a sua, a nossa – e que são também, o retrato do percurso recente do país que somos. E o mesmo se passa em «Navio Fantasma», a lembrar que quando tudo falha ainda pode sobejar a derradeira redenção do amor.
De amor, ou da falta dele, nos fala também o músico em «Abraça-me Mais Uma Vez». É, provavelmente, a primeira abordagem do drama da violência doméstica na música portuguesa – e este seria, com toda a certeza, um tema que o Mário gostaria de não ter tido necessidade de escrever.
De resto, os afectos estão presentes em quase todos os temas deste disco. De «Já Conheço Esse Olhar» a «Fixação», passando por «Lisboa é Lisboa» e por «Serei Sempre Teu», Mário Mata não teme expor aquilo que sente. Porque sim. Porque ser autêntico é a sua maneira de estar vivo e de participar na agitação do mundo à sua volta.
A autenticidade é, aliás, talvez a mais relevante característica deste músico. E talvez seja isso, também, que muitos não lhe perdoam. Num tempo de mentira e futilidade, ser verdadeiro e não usar máscara é quase um pecado. Que o Mário comete com toda a convicção e sem dar mostras do mínimo arrependimento. E ainda bem. Para ele e para nós, que temos a felicidade de poder continuar a ouvi-lo.
Viriato Teles
por VIRIATO TELES
Se Mário Mata fosse um pássaro seria com certeza um melro ou um pardal ou mesmo uma gaivota. Nunca poderia ser um canário, pela simples razão que não seria capaz de sobreviver numa qualquer gaiola, por mais dourada e confortável que fosse.
O Mário é um homem livre, e dessa condição não prescinde, mesmo quando essa opção dói. E frequentemente dói.
É disto tudo que ele nos fala neste disco: de si e dos outros, da vida e das coisas simples, de Lisboa e do mundo, de portugueses burocráticos e neuróticos, mas também dos que ainda não desistiram. São catorze canções em formatos diversos que vão desde o tom bem-humorado que lhe conhecemos desde sempre até ao registo intimista que poderá surpreender apenas quem não tenha estado atento a tudo o que ele tem feito desde há trinta anos.
Nascido em Luanda no início dos anos 60, Mário Mata veio definitivamente para Portugal após a queda do império. Começou a cantar em bares do Algarve, ainda adolescente, e em 1981 saltou directamente do anonimato para a fama com «Não Há Nada Pra Ninguém». O êxito do disco de estreia veio a revelar-se algo perverso, uma vez que o músico acabou por ficar como que refém desse sucesso nos anos que se seguiram. E é assim que, depois de mais dois discos num registo semelhante («Não Mata Mas Mói», 1982, e «Deix’ós Poisar», 1986), faz um primeiro grande intervalo nas gravações, a que só regressa oito anos depois, em 1994, com o álbum «Somos Portugueses». Os resultados comerciais não terão sido os desejados, e segue-se um novo interregno, desta vez de dez anos. Em 2004 publica «Dupla Face», onde procura trilhar novos caminhos. O disco não teve a atenção que merecia, mas serviu para provar a quem tivesse dúvidas que Mário Mata estava vivo e disposto a continuar. Porque a verdade é que, ao misturar a música de raiz popular com as tonalidades do pop/rock, o Mário conseguiu criar um estilo próprio e deixar a sua marca na música portuguesa do último quartel do século XX.
Agora, mais sete anos passados sobre o último registo discográfico, eis que Mário Mata nos apresenta um novo lote de canções, e mais uma vez arrisca-se a surpreender irremediavelmente quem o ouve. Fazendo-se acompanhar por um naipe de músicos de primeira água e sempre fiel às características que melhor lhe conhecemos, o Mário não teme aventurar-se novamente pelo registo da ironia («Essa é Que é Essa», «Vamos Lá Suar é Fixe», «Ai Deus do Céu», «Já Fomos Enganados», «Amores Proibidos»), mas vai muito mais além. E é assim que nos envolve em textos que nos falam de coisas simultaneamente tão simples e tão complexas como o amor, as cidades, as pessoas comuns. A vida, afinal, tal como ela é.
Em «Sinais do Tempo», o tema que dá título ao álbum, escrito a meias com Joaquim Pessoa, faz como que um roteiro dos afectos, amarguras, ilusões e desilusões que marcam toda uma geração – a sua, a nossa – e que são também, o retrato do percurso recente do país que somos. E o mesmo se passa em «Navio Fantasma», a lembrar que quando tudo falha ainda pode sobejar a derradeira redenção do amor.
De amor, ou da falta dele, nos fala também o músico em «Abraça-me Mais Uma Vez». É, provavelmente, a primeira abordagem do drama da violência doméstica na música portuguesa – e este seria, com toda a certeza, um tema que o Mário gostaria de não ter tido necessidade de escrever.
De resto, os afectos estão presentes em quase todos os temas deste disco. De «Já Conheço Esse Olhar» a «Fixação», passando por «Lisboa é Lisboa» e por «Serei Sempre Teu», Mário Mata não teme expor aquilo que sente. Porque sim. Porque ser autêntico é a sua maneira de estar vivo e de participar na agitação do mundo à sua volta.
A autenticidade é, aliás, talvez a mais relevante característica deste músico. E talvez seja isso, também, que muitos não lhe perdoam. Num tempo de mentira e futilidade, ser verdadeiro e não usar máscara é quase um pecado. Que o Mário comete com toda a convicção e sem dar mostras do mínimo arrependimento. E ainda bem. Para ele e para nós, que temos a felicidade de poder continuar a ouvi-lo.
Viriato Teles
01 - AI DEUS DO CÉU
AI DEUS DO CÉU
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
I
DIGA LÁ Ó SENHOR ZÉ
AFINAL DO QUE SE QUEIXA?
EU QUEIXO-ME DE TANTA COISA
ESTAMOS ASSIM NESTE PÉ
JÁ NEM A VIDA ME DEIXA
FORÇA PARA PARTIR A LOIÇA
EU CÁ SOU UM PACIENTE
TENHO MUITA PACIÊNCIA
ANDA AÍ GENTE DOENTE
CHEIA DE MUITA CIÊNCIA
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
II
DIGA LÁ Ó SENHOR ZÉ
O QUE É QUE ME RECEITA
PARA ESTE MAL QUE ME ATORMENTA ?
ASPIRINAS PARA A DOR
UMA POMADA CONTRAFEITA
E UMAS PÍLULAS DE MENTA
“MENTA” VOCÊ, QUE EU NÃO OBRIGADO
CONSULTO O SALDO FICO LOGO ADOENTADO
O QUE PRECISO É TRANSFUSÃO DE DINHEIRO
MAS NÃO HÁ DADORES, E NEM O CHEIRO
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
III
Ó SENHOR ZÉ O QUE É QUE EU FAÇO
SE NOS PUXAM O TAPETE
E NOS TROCAM SEMPRE AS VOLTAS ?
AINDA ENTRAMOS EM COLAPSO
MAS, SE A HISTÓRIA SE REPETE
NÃO DEIXEM MAIS PONTAS SOLTAS
E A GASOLINA NÃO PÁRA DE AUMENTAR
GRITA O MEU POVO “ONDE É QUE ISTO VAI PARAR? “
EU TROCO O CARRO PELA CARROÇA E MAIS UM BURRO
NÃO METAS O PÉ NA POÇA , OU AINDA FICAS SEM FUTURO
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
IV
O AMIGO JÁ FOI À LOTA
VIU A COMO ESTÁ O PEIXE QUE NÃO PÁRA DE SUBIR ?
O POLVO COMANDA A FROTA
DÁ A RAIA A QUEM SE QUEIXE
COM A LULA A APLAUDIR
E OS CHICHARROS ESTÃO PELA HORA DA MORTE
E ÀS CHAPUTAS NÃO LHES INVEJO A SORTE
MAIS A SARDINHA AO PREÇO DO BACALHAU
E O ATUM COM A SUA LATA AINDA GRITA “EH CARAPAU!!!”
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
LETRA E MUSICA : MÁRIO MATA
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
I
DIGA LÁ Ó SENHOR ZÉ
AFINAL DO QUE SE QUEIXA?
EU QUEIXO-ME DE TANTA COISA
ESTAMOS ASSIM NESTE PÉ
JÁ NEM A VIDA ME DEIXA
FORÇA PARA PARTIR A LOIÇA
EU CÁ SOU UM PACIENTE
TENHO MUITA PACIÊNCIA
ANDA AÍ GENTE DOENTE
CHEIA DE MUITA CIÊNCIA
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
II
DIGA LÁ Ó SENHOR ZÉ
O QUE É QUE ME RECEITA
PARA ESTE MAL QUE ME ATORMENTA ?
ASPIRINAS PARA A DOR
UMA POMADA CONTRAFEITA
E UMAS PÍLULAS DE MENTA
“MENTA” VOCÊ, QUE EU NÃO OBRIGADO
CONSULTO O SALDO FICO LOGO ADOENTADO
O QUE PRECISO É TRANSFUSÃO DE DINHEIRO
MAS NÃO HÁ DADORES, E NEM O CHEIRO
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
III
Ó SENHOR ZÉ O QUE É QUE EU FAÇO
SE NOS PUXAM O TAPETE
E NOS TROCAM SEMPRE AS VOLTAS ?
AINDA ENTRAMOS EM COLAPSO
MAS, SE A HISTÓRIA SE REPETE
NÃO DEIXEM MAIS PONTAS SOLTAS
E A GASOLINA NÃO PÁRA DE AUMENTAR
GRITA O MEU POVO “ONDE É QUE ISTO VAI PARAR? “
EU TROCO O CARRO PELA CARROÇA E MAIS UM BURRO
NÃO METAS O PÉ NA POÇA , OU AINDA FICAS SEM FUTURO
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
IV
O AMIGO JÁ FOI À LOTA
VIU A COMO ESTÁ O PEIXE QUE NÃO PÁRA DE SUBIR ?
O POLVO COMANDA A FROTA
DÁ A RAIA A QUEM SE QUEIXE
COM A LULA A APLAUDIR
E OS CHICHARROS ESTÃO PELA HORA DA MORTE
E ÀS CHAPUTAS NÃO LHES INVEJO A SORTE
MAIS A SARDINHA AO PREÇO DO BACALHAU
E O ATUM COM A SUA LATA AINDA GRITA “EH CARAPAU!!!”
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
AI DEUS DO CÉU, SABES DO QUE EU PRECISO
É TER UM BEIJO TEU, EMBRULHADO NUM SORRISO
LETRA E MUSICA : MÁRIO MATA
02 - SÓ ESTAR BEM
SÓ ESTAR BEM
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
I
Peguei numa sacola
Saí sem ter caminho
No ombro esta viola
Andei praí sózinho
Vi máscaras mentira
Miséria disfarçada
Vi farrapos de vida
Na rua sem ter nada
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
II
Corri campos e praias
Cidades costa a costa
Juntei umas ideias
Cantei uma resposta
No livro da aventura
Que é escrito ao vento
Bebi minha loucura
Ri-me do sofrimento
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
LETRA E MUSICA : MÁRIO MATA
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
I
Peguei numa sacola
Saí sem ter caminho
No ombro esta viola
Andei praí sózinho
Vi máscaras mentira
Miséria disfarçada
Vi farrapos de vida
Na rua sem ter nada
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
II
Corri campos e praias
Cidades costa a costa
Juntei umas ideias
Cantei uma resposta
No livro da aventura
Que é escrito ao vento
Bebi minha loucura
Ri-me do sofrimento
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
Só estar bem, porque parece bem
Não estar mal, porque parece mal
Não se pode dizer não
Não se pode ser diferente
Há que cantar a canção
Que ensinam a toda a gente
LETRA E MUSICA : MÁRIO MATA
03 - Já conheço esse olhar
Já conheço esse olhar
I
A cidade chama
O telefone toca
Quem me ama
Espera-me na doca
Chega no carro
Conheço o som
Acende um cigarro
E retoca o baton
II
Traz o olhar
Marcado de um dia
Feito a trabalhar
Todo de euforia
A maquilhage
Nem disfarça o cansaço
Nem um sorriso se abre
A um simples abraço
já conheço essse olhar
III
Só quer um café
Um copo d’agua
Um pouco de fé
Para lavar a magoa
Talvez um bolo
Conversa leve
Um pouco de consolo
E alguém que a leve
IV IV
Talvez um cinema
Um bar de música
Conhece o tema
Mas nem é a única
Um beijo na face
Mais um sorriso
Para o desenlace
Um gesto decisivo
REFRÃO
V
A cidade chama
O telefone toca
Quem me ama
Espera-me na doca
A vida dá voltas
Já era de esperar
Estava mais solta
E pronta para amar
Já era de esperar
E era para durar
já conheço essse olhar, já conheço esse olhar
Já conheço esse olhar, assim distante
já conheço essse olhar, já conheço esse olhar
já conheço essse olhar, tão verde, brilhante
musica e letra : Mário Mata
I
A cidade chama
O telefone toca
Quem me ama
Espera-me na doca
Chega no carro
Conheço o som
Acende um cigarro
E retoca o baton
II
Traz o olhar
Marcado de um dia
Feito a trabalhar
Todo de euforia
A maquilhage
Nem disfarça o cansaço
Nem um sorriso se abre
A um simples abraço
já conheço essse olhar
III
Só quer um café
Um copo d’agua
Um pouco de fé
Para lavar a magoa
Talvez um bolo
Conversa leve
Um pouco de consolo
E alguém que a leve
IV IV
Talvez um cinema
Um bar de música
Conhece o tema
Mas nem é a única
Um beijo na face
Mais um sorriso
Para o desenlace
Um gesto decisivo
REFRÃO
V
A cidade chama
O telefone toca
Quem me ama
Espera-me na doca
A vida dá voltas
Já era de esperar
Estava mais solta
E pronta para amar
Já era de esperar
E era para durar
já conheço essse olhar, já conheço esse olhar
Já conheço esse olhar, assim distante
já conheço essse olhar, já conheço esse olhar
já conheço essse olhar, tão verde, brilhante
musica e letra : Mário Mata
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